
“Na unidade fazendária do Itinga foram apresentados notas fiscais de mercadorias importadas de origem chinesa, saídas do Porto de Barcarena, com destino a Recife (PE). Foi solicitada a conferência física das mercadorias e após a contagem da carga e conferência dos documentos apresentados vimos que parte da mercadoria não tinha nota fiscal. Ou seja, era uma tentativa de passar mais mercadoria do que a acobertada pelo documento fiscal e pela declaração de importação”, explica o coordenador do Itinga, Roberto Mota.
Os valores da carga foram arbitrados com base em produto similar nacional em R$ 96,645 mil. Foram lavrados dois Termos de Apreensão e Depósito (TAD): um por embaraço a fiscalização no valor R$ 2,477 mil e o segundo cobrando o ICMS sobre as mercadorias, no valor de R$ 29,573 mil, que foram pagos e e as mercadorias liberadas.
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