Segurança do paciente foi tema de evento promovido pela Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (HC), em Belém, nesta quarta-feira (26). A iniciativa, desenvolvida pelo Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP), reuniu profissionais de saúde e contou com palestras sobre a importância da cultura de segurança, notificações e tratativas de incidentes, boas práticas de segurança do paciente e outros temas.
A segurança é baseada na colaboração multiprofissional e na participação do paciente e de seus familiares no processo. Para Milena Palheta, enfermeira responsável pelo NQSP, a disseminação da cultura de segurança do paciente em uma instituição hospitalar é fundamental. “Entender que um erro pode ser uma oportunidade de melhoria é um desafio diário. Por isso, precisamos que os profissionais tenham essa consciência e, a partir disso, notifiquem o ocorrido. É um avanço contínuo, e que servirá como melhoria para o Hospital”, ressaltou a profissional.
Cultura de segurança- Para a enfermeira Andreza Mota, que também atua no NQSP, o envolvimento da liderança impulsionará a cultura de segurança na instituição. “Por meio da liderança transformacional, o gestor motiva seus liderados e os insere nos planos de ação de melhorias contínuas em prol da segurança do paciente. Por isso, esse evento veio corroborar com a educação permanente em saúde do HC, visando à qualidade e à segurança no cuidado aos pacientes”, afirmou a profissional.
Durante a programação, os participantes conheceram os trabalhos já desenvolvidos pela instituição referentes à segurança do paciente e qualidade na assistência prestada. Natália Mendonça, 24 anos, faz estágio na área de Enfermagem do HC há um mês, e fez questão de participar do encontro. “É uma experiência bem esclarecedora, onde se fala muito sobre o ambiente seguro, sobre a cultura justa, e como tudo isso impacta no resultado final, que é a segurança do paciente”, disse Natália Mendonça.

O PNSP trabalha as seis metas de segurança do paciente. São elas:
1. Identificar corretamente o paciente;
2. Melhorar a comunicação entre os profissionais de saúde;
3. Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos;
4. Assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e paciente corretos;
5. Higienizar as mãos para evitar infecções, e
6. Reduzir o risco de quedas e úlceras por pressão.
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