O Novo Mangueirão contempla iniciativas desustentabilidade, comoutilização de placas fotovoltaicasesistema de coleta de água da chuva. Em função disso, o complexo passa a serreferêncianão somente como palco esportivo, mas também comoexemplo de arena que contempla iniciativas que preservam o meio ambiente.
A técnica em Gestão de Meio Ambiente da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Raimunda Silva, afirma que é importante queórgãos e entidades da administração pública implementem iniciativas sustentáveis, paraestimular o uso consciente dos recursos naturais e dos bens públicos.
Exemplos dessas medidas incluem evitar a utilização de água potável onde essa não é necessária, como, por exemplo, nas descargas e na lavagem de pisos, substituindo pela água da chuva; e o emprego de placas fotovoltaicas para geração de energia, que não apenas permite a conservação de recursos naturais, como a diminuição de despesas com energia elétrica.
"A administração pública, quando opta por implantar projetos sustentáveis, além de reduzir consideravelmente seus custos, contribui para a preservação do meio ambiente e promoção da qualidade de vida para as presentes e futuras gerações”, justifica a servidora.
O titular daSecretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), Cássio Andrade, detalha que o projeto do Novo Mangueirão segue um padrão moderno. Como é uma arena que foi preparada para atrair um alto fluxo de pessoas, seus espaços são pensados para oferecer todo o conforto e segurança ao público.

Além das placas fotovoltaicas e do sistema de coleta de água da chuva, o Novo Mangueirão terá usina de esgoto e tratamento de fluentese todaágua utilizada será tratada e devolvida ao meio ambiente, o que vai possibilitar que o estádio garanta certificados de sustentabilidade.
Outras iniciativas- Além do Novo Mangueirão , o Governo do Estado contra com outros prédios sustentáveis. A Policlínica Metropolitana, em Belém, realiza a captação de 70 mil litros de água da chuva por mês. O objetivo é diminuir a utilização de água tratada para usos que não envolvam o consumo direto, como a limpeza do prédio e a irrigação do jardim.
O sistema de captação da água das chuvas está em uso desde janeiro de 2020. Ainda na mesma unidade, há a tecnologia de produção de energia solar, por meio de 502 placas fotovoltaicas, instaladas em fevereiro de 2020, que permitem redução dos custos de energia elétrica em 40%.

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