O desaparecimento de Jô Tavares da Silva ganhou contornos ainda mais graves nesta terça-feira (21), em Parauapebas, após a localização do carro da vítima e a prisão de um suspeito, que confessou o crime e indicou o possível local onde o corpo foi descartado, nas proximidades do Rio Parauapebas, perto do aterro sanitário do município.
A partir das informações, uma força-tarefa com equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Científica foi mobilizada para realizar buscas na área, mas até o momento o corpo não havia sido encontrado.
De acordo com a Polícia Militar, as diligências começaram após a circulação de informações em grupos institucionais sobre o desaparecimento de Jô desde o último fim de semana, junto com seu veículo, um VW/Nivus branco, placa QVZ5B67. A guarnição do Grupamento de Prevenção Ativa localizou o automóvel na manhã desta terça-feira (21), estacionado dentro de uma residência na Rua 20, no Bairro dos Minérios. Diante da suspeita, os policiais entraram no imóvel, onde encontraram o suspeito, identificado como Rômulo Gonçalves Benchimol.
Durante a abordagem, o homem relatou que havia ingerido bebida alcoólica com a vítima na noite de sábado (18) e que, após uma discussão, os dois entraram em luta corporal. Segundo ele, Jô foi atingido por golpes de facão e morreu ainda no local. Em seguida, o corpo teria sido colocado no porta-malas do veículo e levado até uma área de beira de rio, onde foi amarrado a pedras e lançado no Rio Parauapebas, versão que coincide com as informações apuradas durante a investigação.
No imóvel, os policiais encontraram, no jardim, o facão apontado como arma do crime, ainda com vestígios de sangue. Apesar de o suspeito afirmar que havia limpado o local, foram identificados resquícios de sangue em diferentes pontos da residência. Com ele, também estavam três aparelhos celulares, incluindo um iPhone pertencente à vítima, além de cartões bancários e documentos pessoais de Jô Tavares da Silva. Duas placas de veículos também foram localizadas no imóvel, mas não apresentavam registro de roubo ou furto.
O caso, inicialmente tratado como desaparecimento, passou a ser investigado como homicídio diante dos novos indícios.
O imóvel onde o crime teria ocorrido foi isolado para perícia, com atuação da Polícia Científica, enquanto o veículo permaneceu no local para análise técnica. O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso segue sob investigação, com foco na localização do corpo e no esclarecimento da possível participação de outros envolvidos.
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