Para executar a aplicação contra os pacientes, ainda de acordo com as investigações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), os suspeitos acessavam o sistema do hospital por meio do login de uma médica que não estava de plantão. Uma imagem divulgada também mostra, novamente Marcos Vinícius, no momento em que faz o acesso para prescrever e autorizar a retirada do remédio que seria usado por ele.
A investigação da Polícia Civil do DF iniciou a primeira fase em 11 de janeiro, com a prisão temporária de dois suspeitos e o cumprimento de mandados de busca em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas (GO), quando documentos e aparelhos eletrônicos foram apreendidos.
Na segunda fase da Operação Anúbis, iniciada em 15 de janeiro, uma terceira investigada foi presa temporariamente, com novos dispositivos coletados em Ceilândia e Samambaia.
Segundo as autoridades, os suspeitos não apresentaram arrependimento nem justificativa para os atos cometidos. Eles devem responder por homicídio doloso qualificado, já que as vítimas não tiveram chance de defesa.
Autor:Alexandre Nascimento
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