A polícia equatoriana investiga um crime em uma praia de Puerto López, destino turístico famoso pela observação de baleias. A situação macabra aconteceu em uma região dominada por gangues que cobram taxas ilegais de comerciantes e pescadores.
Investigadores da polícia equatoriana encontraram cinco cabeças humanas penduradas em postes de madeira na orla de Puerto López, província de Manabí, na manhã de domingo (11). O local fica próximo a um hotel, em uma praia que atrai turistas do mundo todo para avistar baleias.
As cabeças foram amarradas com cordas a dois postes e expostas em plena areia, diante do mar.
Junto aos restos mortais, os suspeitos deixaram uma mensagem escrita em uma tábua de madeira com um aviso claro de ameaça.
O recado deixado pelos assassinos dizia: "O povoado é nosso. Continuem a assaltar os pescadores e a exigir comprovantes de vacinação, nós já os identificamos."
No Equador, o termo "vacinas" é usado por grupos criminosos para designar as taxas que cobram de comerciantes e moradores. Essas cobranças são feitas sob pretexto de oferecer proteção às vítimas.
As autoridades policiais trabalham para identificar os responsáveis pelo crime e localizar os corpos completos das vítimas. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
Imagens do crime se espalharam rapidamente pelas redes sociais, o que aumentou a comoção nacional e internacional com o caso.
O Equador enfrenta uma crise grave de segurança pública nos últimos anos. A mudança nas rotas do tráfico internacional de drogas transformou o país em um dos mais violentos da América Latina.
Os números comprovam a gravidade da situação:
Puerto López é conhecida internacionalmente como destino de ecoturismo, especialmente para a observação de baleias jubarte. No entanto, a província de Manabí se transformou em palco de constantes disputas entre gangues rivais.
As autoridades atribuem os ataques recentes a conflitos entre grupos criminosos que disputam o controle da região e das atividades ilegais, como a cobrança de taxas de proteção e o tráfico de drogas.
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