A Polícia Civil em Marabá confirmou ao Correio de Carajás, no início da noite desta quarta (1), a prisão de Francisco Gonçalves da Silva Junior, conhecido como Junior Pateta, suspeito de participação na morte de Márcia Fernanda Cunha Andrade, conhecida como Marcinha, de 42 anos. Ela foi baleada em 20 de dezembro de 2024 e morreu dias depois, em 3 de janeiro de 2025.
Junior Pateta foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na segunda-feira (29), por volta das 12h55, em Palmeiras do Tocantins, no Tocantins. Contra ele foi cumprido um mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara Criminal de Marabá, com validade até março de 2045, pelo crime de homicídio. O Correio de Carajás não conseguiu localizar a defesa do suspeito até o momento.
Conforme a PRF, no km 8 da Rodovia BR-226, a equipe PRF abordou um carro Chevrolet/Onix. Ao consultar a placa do veículo, os policiais constataram a existência do mandado em desfavor do proprietário.
Os agentes solicitaram que o condutor e o passageiro descessem do veículo. Ao ser questionado sobre seus documentos, o passageiro afirmou não portar e se identificou com outro nome.
Os policiais perceberam contradições entre as falas dos abordados e, após nova entrevista, o passageiro confessou ser o verdadeiro proprietário do carro, admitindo ter ciência do mandado de prisão em seu desfavor. Ele foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Tocantinópolis e deverá ser transferido de lá para Marabá.
A Polícia Civil não deu detalhes sobre a investigação, que ainda está em andamento, nem informou qual a suposta participação de Junior Pateta no caso. Relatou, contudo, que Junior já havia sido alvo de uma prisão temporária em junho deste ano, quando foi detido em Marabá, pelo mesmo crime.
Marcinha morreu em 3 de janeiro, no Hospital Regional Público do Sudeste, onde estava internada desde 20 de dezembro, quando foi baleada dentro da própria residência, na Folha 18 (Nova Marabá).
À época foi divulgado que ela estava em casa, por volta das 19h40, quando dois indivíduos bateram à porta e foram atendidos pela mãe dela. Os criminosos perguntaram se Marcinha estava em casa. Assim que a mãe respondeu, eles invadiram a residência e atiraram na vítima.
Um dos tiros atingiu a mão esquerda e o outro a garganta de Marcinha, perfurando a coluna cervical e transfixando o corpo. A vítima entrou em coma e chegou a ser submetida a uma intervenção cirúrgica, mas não resistiu ao procedimento.
Marcinha era irmã do ex-jogador profissional de futebol Márcio Rogério, muito conhecido na cidade e também chamado de Marcinho entre os mais próximos.
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