Se o Pará é conhecido por abrir caminhos para a floresta e a cultura amazônica, agora também representa abertura de rota daquela região do País em direção ao futuro da mobilidade rodoviária. A COMPSIS, empresa brasileira de tecnologia com 36 anos de atuação, acaba de implantar no estado o Sistema Integrado de Arrecadação de Pedágio (SICAT), uma plataforma que aplica inteligência artificial para agilizar operações em praças de pedágio físicas, reduzindo erros humanos, otimizando serviços e melhorando a experiência de motoristas e concessionárias.
Mais do que uma novidade, o SICAT é, na verdade, um clássico da mobilidade no Brasil. Presente desde o primeiro pedágio do País, implantado em 1995 na Ponte Rio-Niterói, o sistema se reinventou ao longo das décadas, mantendo-se atualizado com o que há de mais moderno em tecnologia para praças físicas.
Com arquitetura totalmente modularizada, que vai do nível de pista à gestão, o SICAT garante integração plena com softwares de terceiros, além de oferecer suporte e desenvolvimento 100% brasileiros, fatores que agilizam a adaptação e aumentam a confiabilidade. Não por acaso, é hoje a solução completa mais utilizada nacionalmente, abrangendo pista, praça e backoffice.
Histórico de solidez e inovação que explica a escolha feita pela Rota do Pará, que em 16 de agosto de 2025 colocou em operação o SICAT da COMPSIS, contemplando as praças P1, P2, P7 e P8, localizadas nos trechos das rodovias PA-150, PA-475, PA-252, PA-151, PA-483 e na Alça Viária de Belém.
A chegada do sistema deve garantir mais confiabilidade e agilidade para motoristas que trafegam pela região, ao mesmo tempo em que amplia a eficiência de gestão da concessionária.
A inovação chega em um momento crucial: enquanto parte das rodovias brasileiras já olha para o modelo sem barreiras físicas, também chamado de Free Flow e apontado como tendência global, outra parte segue operando com praças de pedágio tradicionais e cabines.
É neste segundo cenário que o SICAT não apenas moderniza a realidade atual, como também abre portas para a preparação ao pedágio inteligente e totalmente digital.
“Nosso trabalho no Pará mostra como a inteligência artificial pode entregar eficiência já hoje, mesmo em sistemas com barreiras físicas. E também mostra como podemos caminhar, passo a passo, para modelos de cobrança sem cancela, que oferecem ainda mais fluidez e também benefícios ambientais”, afirma Ailton Queiroga, presidente da COMPSIS.
Curiosamente, a história da COMPSIS nasceu de um salto ousado. Queiroga, ex-engenheiro da Embraer, deixou a gigante aeroespacial para fundar uma empresa voltada à criação de sistemas de alta complexidade tecnológica. O que começou com foco no setor aeroespacial transformou-se, ao longo das décadas, em uma desenvolvedora de soluções de ponta para gestão, segurança e monitoramento viário, sempre com DNA nacional e com a expertise de equipes formadas pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), referência em engenharia Brasil afora.
Para se ter ideia da atuação da empresa, quando o Free Flow ainda não era nem sonho no Brasil, em meados dos anos 2000, a COMPSIS já participava da implantação de um projeto com o modelo em Sydney, na Austrália, em parceria com gigantes como a Siemens e a Philips. E hoje, a empresa é reconhecida por seu pioneirismo com um Free Flow 100% nacional, já implantado em vias como no Rodoanel Mario Covas (SP).
Agora, com essa chegada ao Pará, a COMPSIS prova que a tecnologia brasileira pode não apenas acompanhar as tendências globais, mas também liderar a transformação da mobilidade, seja em pedágios com ou sem cancela, e das rodovias mais movimentadas do país ao coração da Amazônia.
Com mais de 35 anos de expertise em sistemas inteligentes de transporte, a COMPSIS é referência em inovação e tecnologia para pedágios no Brasil. Pioneira na engenharia de soluções próprias 100% nacionais voltadas ao Free Flow, está presente em concessões estaduais e federais nas cinco regiões do País, com ênfase para o Sudeste e Sul, especialmente no estado de São Paulo. Seu portifólio contempla ainda melhorias da mobilidade em rodovias internacionais, como na Austrália, Índia, Nigéria, entre outros.
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