Uma doença misteriosa e letal continua a se espalhar rapidamente na República Democrática do Congo, gerando crescente preocupação entre autoridades e a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Iniciado com 53 mortes e 419 infectados, o surto aumentou drasticamente. Nesta quinta-feira (27), o número de vítimas fatais subiu para 60 e o total de infectados passou de mil, alcançando 1.096 casos confirmados nas aldeias de Bolomba e Basankusu, no noroeste do país.
A situação é alarmante, com uma taxa de mortalidade de 12,3%, o que representa uma taxa quase 10 vezes maior do que a observada no início da pandemia de Covid-19.
A OMS, que acompanha o surto de perto, está intensificando esforços para entender melhor o padrão da doença e suas causas, enviando equipes de resposta rápida para investigar e fornecer apoio.
A doença apresenta uma série de sintomas graves, como febre, dor de cabeça, calafrios, rigidez no pescoço, dores musculares, sangramentos nasais, tosse, vômitos e diarreia. As autoridades locais acreditam que o surto possa ter se originado em Boloko, após três crianças consumirem carne de um morcego morto em 21 de janeiro.
Embora as primeiras análises laboratoriais tenham descartado o vírus Ebola e o vírus Marburg, a malária apareceu como uma possível causa, com muitos dos infectados testando positivo para a doença. No entanto, a investigação continua, e amostras de alimentos e água estão sendo analisadas em busca de toxinas.
O risco de propagação da doença é uma preocupação crescente. Especialistas, como Dra. Zania Stamataki, professora associada de imunologia viral, alertam que o surto pode se espalhar para outros países, dada a falta de conhecimento sobre como a infecção é transmitida. A vigilância constante é essencial para identificar casos rapidamente e evitar que a doença se alastre ainda mais.
A OMS está fornecendo apoio médico de emergência e ampliando os esforços de prevenção, enquanto as autoridades locais tentam conter o avanço do surto. O aumento significativo no número de infectados e mortos torna a situação cada vez mais grave, colocando uma pressão ainda maior sobre o sistema de saúde já fragilizado do país.
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